

APRESENTAÇÃO
PROSAT
Programa Satelital de Apoio Tático




ÍNDICE
INTRODUÇÃO
04.
FINALIDADE
06.
SOBRE NÓS
09.
história
10.
produtos
11.
na mídia
14.
problema
15.
o prosat
18.
ebr1
20.
EBM1
22.
ÍNDICE
EB-LINK
OUTRAS APLICAÇÕES
INFRAESTRUTURA
PROCESSO PRODUTIVO
INVESTIDORES
EQUIPE
ROADMAP
Referências
Anexos
23.
24.
25.
27.
30.
34.
39.
41.
42.
Introdução
As necessidades da guerra moderna demandam que fluxos enormes de informação sejam estabelecidos entre todos os níveis da cadeia de comando, assim permitindo com que os ciclos, observação, orientação, decisão e ação funcionem com eficiência e segurança.
O conflito Russo-Ucraniano demonstrou o potencial de uso que um sistema de comunicação via satélite possui, quando o exército ucraniano utilizou da tecnologia da Starlink para estabelecer pontos de comunicação para as suas tropas. Por outro lado, esse mesmo exemplo também demonstrou o problema de terceirizar sua comunicação para outro país, visto que, durante o conflito, a empresa proprietária da Starlink cobrou ao governo 400 milhões de dólares pelo uso da constelação de satélites para a Ucrânia por 12 meses, segundo reportagem na Folha de São Paulo. Quando o governo da Ucrânia se recusou a pagar, todas as comunicações que dependiam do uso dos satélites do Elon Musk foram cortadas imediatamente.
“A Ucrânia é um laboratório para a indústria bélica dos EUA (...) Todo mundo viu o Impacto do Starlink na Ucrânia.”
Mara Karlin, Secretária Adjunta do Departamento de Defesa dos EUA
Introdução
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A realidade de que a guerra moderna não pode mais ser planejada como um conflito relâmpago, e sim com estes se arrastando por anos, nos revela que a informação se tornou um bem extremamente valioso. E nesse novo paradigma, existe principalmente a necessidade de fluxos constantes de informações, pois isso proporciona um meio de comunicação, localização e coordenação de tropas, podendo resultar em uma rápida mudança no equilíbrio de forças.


O único domínio robusto e confiável o suficiente para acompanhar as necessidades da guerra moderna é o domínio espacial, seja pelo potencial de aplicações, pelo alto nível de controle ou pela dificuldade de se combater esses artefatos. Essa realidade torna-se visível pelo crescente foco em sistemas espaciais nas Forças Armadas mais avançadas do mundo. Dito isso, torna-se vulnerável a Defesa de um país que não possui o domínio espacial.
Introdução
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Finalidade
O PROSAT (Programa Satelital de Apoio Tático) será o primeiro passo no estabelecimento de uma rede de comunicação dedicada, autônoma e nacional para o Exército Brasileiro, consolidando seu domínio da tecnologia espacial de comunicação.
O programa consiste no desenvolvimento de projetos com potencial para substituir os rádios atuais por sistemas com comunicação via satélite ao invés de “em linha de visada”. O PROSAT, que, na prática, é um sistema de comunicação sem limitação de alcance, permitirá que informações sejam transmitidas diretamente das linhas de frente até os quartéis generais e vice-versa, independentemente da distância.
Finalidade

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Certamente a comunicação por voz é a primeira e mais óbvia aplicação de um sistema como o ProSAT, entretanto o maior potencial de disrupção desse produto está na comunicação máquina a máquina (M2M). Alguns exemplos dessas dessas aplicações são: localizador de frota integrado ao monitoramento dos sistemas dos veículos; medição da integridade dos equipamentos para agendar sua manutenção; um colete que informa automaticamente a condição médica do combatente e solicita uma ajuda médica; um rifle que comunica seu consumo de munição a um sistema de logística que automaticamente organiza a distribuição de material; ou até um binóculo que informa a posição de um alvo diretamente à diretora o tiro de uma bateria de artilharia.
Finalidade

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O núcleo do ProSAT é sua constelação de pequenos satélites, projetados e construídos no Brasil, garantindo assim o domínio nacional da tecnologia, e menor vulnerabilidade do sistema. Esses satélites também ocuparão uma órbita específica que minimiza o número de satélites necessários e otimiza sua cobertura sobre o território brasileiro, reduzindo os custos do projeto.
Este documento apresenta um serviço de comunicação e georreferenciamento via satélite para as forças armadas, executado por brasileiros com tecnologia nacional, que garante a localização e o envio de mensagens de voz e texto em tempo real, além de abrir as portas para outras aplicações de conectividade.

Finalidade
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Sobre
Nós
A All to Space é uma empresa de base tecnológica espacial que visa proporcionar comunicação para regiões inacessíveis. A empresa foi fundada por 4 brasileiros que trabalhavam na AEB (Agência Espacial Brasileira) e identificaram uma oportunidade de mercado no ramo de conexão M2M.
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CNPJ: 46.265.695/0001-34
Razão Social: All To Space Negócios Espaciais LTDA
Nome Fantasia: All To Space
Data da Abertura: 04/05/2022
História
A empresa, em seu primeiro ano de operação, focou seus esforços na execução de consultorias e parcerias estratégicas, prezando por serviços completos e de alta qualidade para os seus clientes. Com isso, a empresa conseguiu, no primeiro ano de operação, a consultoria para dois projetos satelitais: Orbital Temple e Galaxy Explorer. Orbital temple será a primeira missão de comunicação para curtas mensagens do Hemisfério Sul, planejado para ser lançado em junho de 2024, utilizando uma base tecnológica fornecida pela empresa.
Em abril de 2023, 11 meses após sua fundação, a empresa participou do desafio de inovação da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), e apresentou seu projeto de uso do espaço para aplicação na agricultura, com soluções de conectividade, garantindo o investimento da instituição para a empresa.
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Produtos
A All to Space oferece dispositivos de comunicação projetados para permitir uma troca de dados eficiente e segura entre máquinas via satélite. Nossos produtos são desenvolvidos com um alto padrão de qualidade e confiabilidade, garantindo que os usuários tenham acesso a soluções de comunicação de última geração para suas necessidades específicas.
Space Farm:
Fruto de uma parceria estratégica com a CNA, o Space Farm é um produto voltado para o agronegócio. Consiste no uso de estacas de monitoramento que coletam dados precisos das plantações, do solo e do clima, fornecendo sugestões de manejo para os produtores, integrando-as a técnicas de inteligência artificial para melhorar a tomada de decisão por parte do produtor.

Entregas realizadas:
Primeiras 10 estacas implantadas em campo no primeiro cliente.
Quantidade de clientes:
04 produtores rurais na cidade de Doverlândia-GO e Brasília-DF.
Produtos
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Consultoria de projetos espaciais:
Serviço que oferece orientação técnica para estudantes, empresas ou entusiastas do espaço para construção do próprio satélite, usando a tecnologia desenvolvida pela empresa que torna tanto o processo produtivo do satélite, quanto o lançamento, mais viáveis econômica e tecnicamente.


Entregas realizadas:
Projeto do satélite e da sua carga-útil, bem como o auxílio para realizar os testes nos artefatos.
Quantidade de clientes:
02 clientes, um projeto com foco no envio e recebimento de mensagens curtas e outro focado em pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico satelital.
Produtos
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Broker de lançamento: Aliado à consultoria de projetos espaciais, essa linha de produto oferece o auxílio para os nossos clientes para colocar seus satélites em órbita.

Entregas realizadas:
Agendamento do lançamento espacial dos clientes para junho de 2024.
Quantidade de clientes:
02 clientes de consultoria que optaram também por esse serviço.
Produtos
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Na Mídia

“Menos de 30% das propriedades rurais brasileiras possuem conectividade. Por esse motivo, os engenheiros aeroespaciais Leonardo Julio e Victor Baptista, formados pela Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram um projeto que visa ampliar a conectividade das áreas rurais brasileiras por meio da tecnologia de satélites espaciais.”
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Problema
Ao abordarmos a conectividade no contexto das Forças de Defesa do Brasil, devemos reconhecer que não se trata apenas de uma questão tecnológica, mas sim de uma questão de extrema importância para a segurança e a eficácia de nossas operações militares, ou seja, estratégica. Hoje, elas são fragilizadas pela dependência tecnológica, pelo tipo de equipamento utilizado, pelo alcance limitado e a falta de segurança da comunicação rádio a rádio.

Problema
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A dependência tecnológica torna-se um grave problema, especialmente quando a oferta de suprimentos é interrompida. Comprar produtos de outros países pode ser uma solução viável, mas também acarreta o risco do corte da fonte de suprimentos a qualquer momento. Além disso, outras implicações mais amplas são observadas, como a falta de acesso à informação e a desigualdade no acesso à tecnologia.
Atrelado aos problemas gerados pela terceirização do serviço de comunicação, existe a dificuldade de implantar sistemas secretos e reservados em fornecedores estrangeiros. Tanto a segurança de dados quanto os próprios dados em si ficam vulneráveis a esse processo.

Problema
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Outro problema observado atualmente é ocasionado pelos equipamentos utilizados para a comunicação militar. Estes possuem um alcance limitado, devido à própria natureza do princípio de comunicação utilizado, via rádio. Por mais que esse alcance seja potencializado, ainda é limitado pelo tamanho dos dispositivos e energia necessária para comunicar.
Hoje, esses dispositivos se resumem à utilização de rádios pesados que podem comprometer a capacidade combativa do operador, bem como implantar mais um item a ser pensado na logística de suprimento de tropas em campo e na caserna: a bateria.

A falta de soluções acessíveis que possam solucionar esses problemas é um obstáculo para a segurança e o aperfeiçoamento das operações militares. Por isso, é necessário uma solução nacional, segura, leve para os usuários, sem limites de alcance e que possa abrir portas para outras aplicações.
Problema
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O PROSAT
Diante desse cenário, surge o PROSAT, um programa que traz a independência de comunicação através de dispositivos produzidos nacionalmente.
Sem limitação de alcance
Fácil de usar
Portátil
Com segurança de dados
O Prosat consiste em 3 módulos: o EBR1, composto pelo dispositivo individual de comunicação e rastreio; EBM1, composto por modem de comunicação de dados e rastreio; e o EB-LINK, composto por uma constelação de nanosatélites dedicada.



EBR1
EBM1
EB-LINK
O PROSAT
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O sistema funciona através comunicação dos dispositivos EBR1 e EBM1 com o satélite, que faz a ponte entre os aparelhos. Por exemplo, uma mensagem de voz pode ser enviada para o Centro de Comando da Operação por um soldado utilizando o EBR1, em meio a uma missão de patrulha na fronteira. Essa mensagem, na prática, é enviada para o satélite EB-LINK que reencaminha a mensagem para a estação de solo (salvando as informações) e para o modem EBM1 e dispositivo EBR1. Todo esse caminho é realizado em menos de 100ms, ou seja, na prática, é uma comunicação sem delay considerável que consegue cobrir todo o território nacional.







O PROSAT
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EBR1
O EBR1 é um dispositivo de uso individual, com dimensões similares a um aparelho celular, cujas funções são:

O dispositivo possui uma bateria de longa duração e pesa aproximadamente 450g. O aparelho pode ser configurado com perfis de usuários diferentes e não necessita de um treinamento especializado, visto que é tão fácil quanto usar o WhatsApp.
Para garantir segurança de dados e de acesso à informação, os aparelhos são identificados individualmente e seu acesso à comunicação do satélite pode ser cortada ou modificada instantaneamente. Ou seja, em casos de perda de dispositivos, é possível desabilitar as funções de comunicação e recebimento de dados, por exemplo.
EBR1
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Além disso, os aparelhos EBR1 podem ser organizados hierarquicamente, ou seja, é possível definir vias únicas de comunicação (aparelho A fala com B, mas aparelho B não fala com A). Essas configurações são ajustáveis sem a necessidade de recolher os dispositivos, garantindo maior adaptabilidade do sistema.
Para garantir a comunicação com o satélite, o dispositivo conta com uma antena e um sistema de comunicação que trabalha em uma frequência de rádio de operação espacial. Isso permite o envio e o recebimento de dados para os satélites.
Como sistema de localização, o EBR1 utiliza uma comunicação com o sistema GPS (Estados Unidos), Glonass (Rússia), Beidu (China) e Galileo (Europa), garantindo redundância de informações e prevenindo possíveis cortes de fornecimento de informações por um país que controle um desses sistemas.
EBR1

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EBM1
O EMB1 é um modem que pode ser conectado a outros aparelhos, fazendo a conexão entre dados coletados por esses aparelhos e os satélites EB-LINK. Suas principais funções são:

O dispositivo se conecta via cabo USB com outros aparelhos, como computadores, por exemplo, sendo alimentado por essa mesma via, ou pode ser acoplado a uma bateria. Desta forma, o modem EBM1 consegue coletar dados de outros dispositivos e utilizar a mesma tecnologia que os rádios EBR1 para se comunicar via satélite.
EBM1
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EB-LINK
O EB-LINK é uma constelação de satélites, posicionados na órbita terrestre de tal forma que garanta a cobertura de todo o território nacional brasileiro 24 horas por dia. A constelação possui as seguintes características:


EB-LINK
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Outras Aplicações
Com um sistema de comunicação máquina a máquina proporcionado pelos dispositivos da All2Space, outras possibilidades tornam-se possíveis, como, por exemplo:

Desde que o dispositivo EBM1 receba pequenos dados em formato de texto, é possível transmiti-los via satélite e proporcionar a entrega e o recebimento de informações sem limitação de alcance.
Outras Aplicações
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Infraestrutura
O processo de produção do EBR1, EBM1 e EB-LINK é parte fundamental para garantir a robustez e a segurança do sistema. Para isso, a estratégia adotada é a fabricação de todos os componentes internamente nas instalações da All2Space.
A fabricação dos dispositivos da empresa hoje é realizada no Palácio da Agricultura, no HUB DIGITAL da CNA, investidora da empresa. O ambiente será usado para a montagem final dos satélites e dos equipamentos de hardware, além da gravação do Firmware operacional. Com isso é possível garantir a segurança dos mecanismos de operação e as estratégias de encriptação usadas tanto nos rádios quanto nos satélites. O Firmware nunca é entregue a terceiros, nem estrangeiros, nem nacionais. A montagem do equipamento in-house também garante que o modo operacional do sistema não seja compartilhado com os fornecedores, sendo estes contratados apenas para fornecimento de componentes genéricos.

Infraestrutura
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Atualmente, a sala de fabricação da empresa conta com as seguintes características:
Para a melhor execução do projeto, a sala de fabricação terá a adição de novos equipamentos para ampliar a escala de produção dos dispositivos. Além disso, a instalação de novas máquinas que aceleram o processo de montagem das placas eletrônicas e outros que permitam o teste preliminar dos satélites.
Infraestrutura
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Processo Produtivo
O processo produtivo ocorrerá na sede da All2Space da seguinte forma para os dispositivos EBR1 e EBM1:
Fabricação da Placa de Circuito Impresso (PCB)
Montagem dos componentes nas PCB’s
Aplicação do Firmware (códigos)
Teste de funcionamento e comunicação
Impressão da estrutura do dispositivo
Montagem das partes eletrônicas e estruturais
Teste de qualificação do lote
Acabamento
Empacotamento e envio para o cliente
Processo Produtivo
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O processo produtivo ocorrerá na sede da All2Space da seguinte forma para o dispositivo EB-LINK:
Fabricação da Placa de Circuito Impresso (PCB)
Montagem dos componentes nas PCB’s
Aplicação do Firmware (códigos)
Teste de funcionamento
Montagem do satélite
Testes de comunicação, vibração e térmico
Produção do modelo de voo
Testes de qualificação para voo
Envio para o lançador
Processo Produtivo
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O processo produtivo dos dispositivos do PROSAT foi pensado para garantir sua segurança e mitigar os riscos de embargos, sabotagem ou obsolescência de eventuais componentes importados. Esses requisitos produtivos permeiam todo o desenvolvimento, tanto dos satélites, quanto dos rádios. As principais diretivas de industrialização dos componentes do PROSAT são:
Processo Produtivo
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Investidores
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA):

É a entidade de representação máxima dos produtores do setor agropecuário brasileiro. Atua na defesa dos interesses dos produtores rurais, buscando promover o desenvolvimento sustentável do agronegócio no país. A CNA desempenha a função de articulação de políticas públicas, apoio à capacitação técnica e na promoção de iniciativas que visam impulsionar a competitividade e a produtividade do setor agropecuário brasileiro.
Investidores
A CNA recentemente lançou uma iniciativa visando impulsionar o desenvolvimento tecnológico nas áreas rurais. Em meio a essa proposta, nossa equipe foi selecionada para o desafio da conectividade no campo. Através de um investimento de 150 mil reais, realizamos o desenvolvimento de estacas inteligentes de monitoramento do solo. Essas estacas estão sendo projetadas para coletar dados, incluindo informações sobre nutrientes, níveis de umidade e pH do solo. Com o intuito de oferecer aos produtores auxílio agronômico, recomendação de manejo e de fácil utilização.
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Grupo OrçaFascio de inovação e tecnologia para a construção civil avança no Brasil e cresce 60% no último ano
Impulsionada pela oferta de softwares de orçamento de obras, empresa desponta no mercado nacional e tem um aumento de 43% em sua base de clientes
O Grupo OrçaFascio, empresa amapaense de inovação e tecnologia para a construção civil e proprietária do OrçaFascio e OrçaFascio Prime - softwares líderes de mercado com foco em orçamentos de obras - anuncia um crescimento de 60% em faturamento, em 2022. A companhia, fundada em 2015, teve um aumento de 43% na sua base de clientes, pulando de 3.500 para o marco de 5.500 no último ano. Agora, as projeções apontam para uma expansão ainda maior no mercado brasileiro, o que significa crescer entre 100% e 300% conforme os resultados dos novos produtos que serão lançados ainda neste ano.
“O Grupo nasceu no Amapá com pouco acesso a internet e, hoje, já atende todo o Brasil. É gratificante ver o nosso crescimento, com a certeza de que é apenas o começo. Ano passado nós aumentamos nossa base de clientes, nosso faturamento, fizemos lançamentos importantes para o setor e esse ano será ainda melhor, principalmente para obras que irão utilizar BIM”,
Investidores
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destaca Antonio Fascio, CEO e cofundador do Grupo OrçaFascio.
Com a aceleração do setor e uma demanda cada vez maior do mercado em busca de soluções de impacto em toda a cadeia da construção civil, a empresa ganhou escala no Brasil, a partir da oferta dos softwares OrçaFascio e OrçaFascio Prime. Enquanto o Orçafascio é focado em pequenas e médias empresas, a sua versão Prime mira organizações de porte enterprise e órgãos públicos. No entanto, ambas têm como premissa acelerar em até 8 vezes o orçamento de obras.
De acordo com um estudo conduzido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a expectativa é que em 2023 o mercado apresente um crescimento de 4,5%, impulsionado pela estabilidade do preço dos materiais de construção e pela melhora na economia do país.
Além disso, no último ano, o grupo lançou dois plugins, o OF Hidráulico, solução voltada para questões hidráulicas e o OF Elétrico 3.0, para auxiliar na parte elétrica dos projetos. A empresa também se destacou com a utilização do OrçaBIM, um plug-in que evita rombos financeiros, apontando a quantidade exata de recursos e materiais para o orçamento de uma obra.
“Temos trabalhado incansavelmente buscando mais tecnologia para o setor, queremos ajudar os profissionais a otimizarem o seu trabalho e tempo. Por isso, em 2023, teremos mais novidades para a construção civil do Brasil, vamos alcançar mais pessoas e mostrar como a tecnologia pode ser um importante aliado”, conclui Fascio.
Investidores
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Sobre o Grupo OrçaFascio
O Grupo OrçaFascio possui em seu guarda-chuva três linhas de softwares principais com foco em orçamentos de obras, engenharia de custos e gestão de construções que aceleram em até oito vezes o processo de orçamentos. O Orçafascio é líder de mercado e atua com pequenas e médias construtoras, o Orçafascio Prime, tem como público-alvo grandes empresas e órgãos públicos e, por último, os plugins para Revit.
Investidores
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Equipe






Leonardo Souza
CEO - Gestão da empresa
Graduando em engenharia aeroespacial pela universidade de Brasília. Em 2013 experienciou pela primeira vez o mundo do empreendedorismo dentro da Universidade de Georgetown. Em 2014 trabalhou na construção do satélite SERPENS em conjunto com grandes agências espaciais, como a Agência Espacial Japonesa. No mesmo ano, geriu projetos na AIESEC onde liderou o time responsável por um dos melhores resultados atingidos pelo escritório de Brasília em 2014. Em 2016 se aprofundou no estudo de tecnologias espaciais, no qual trabalhou com observação aeroespacial, produção de telescópio, propulsão à plasma e efeito hall. Foi presidente da Zenit Aerospace em 2018, guiando a empresa para resultados que viraram legado para ela. Em 2019 fez estágio na Agência Espacial Brasileira, organizando o Hackathon em parceria com sebrae no Innova Summit, a produção do Catálogo da Industria Espacial e o Catálogo dos Fornecedores do Centro Espacial de Alcântara e principalmente a participação no primeiro processo de encomenda tecnológica do Brasil. Em 2021 trabalhou no mercado financeiro, estagiando em research na Morgan Stanley,
Equipe
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Victor Baptista
COO - Gestão da empresa
Victor é um jovem empreendedor e fundador de três startups de setores diferentes: Adduty, Ideia Space e All2Space. Ele é ex-vice-presidente da empresa Zenit Aerospace, onde liderou projetos de inovação e desenvolvimento de novas parcerias e negócios. Ele tem experiência em gerenciamento de equipe, negociação e busca de novas parcerias. Além disso, ele tem experiência em projetos científicos na área de cubesats, nanosats, pesquisas biomédicas no espaço, análise de mercados e criação de hubs de inovação espacial. Ele foi estagiário da Agência Espacial Brasileira dentro da Diretoria de Inteligência Estratégica e Novos Negócios, onde trabalhou com educação e inovação. Isso o levou a conduzir estudos com projetos de formação de hubs espaciais.
Ele participou dos projetos Serpens e Gliosat, que envolveu o desenvolvimento de satélites para o mercado brasileiro. Ele também é um profissional altamente qualificado com conhecimento em diversas áreas.
Equipe
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Rafael Lôbo
PO - Gestor do Projeto
Empreendedor desde os 18 anos, co-fundador de 4 startups, além de formando em Engenharia Aeroespacial com ênfase no estudo de espaçoportos e operações espaciais. Em 2017 participou do projeto de bancada de teste do motor de foguete SARA, no qual solucionou o resfriamento dos sensores da câmara de combustão. Em 2019 foi presidente da Zenit Aerospace, quando liderou um grupo de 49 pessoas na execução de projetos diversos, e garantiu um crescimento de 35,7% para a empresa. De 2020 a 2023 trabalhou na escrita dos Regulamentos Espaciais Brasileiros pela AEB e na coordenação dos regulamentos com a FAA (órgão regulador de lançamentos espaciais nos Estados Unidos) e com a FAB (Força Aérea Brasileira). Em 2022 e 2023 participou da operação Astrolábio, o primeiro lançamento de um foguete suborbital de uma empresa em território brasileiro, no qual acompanhou como os procedimentos de segurança estavam sendo seguidos. Em 2023, participou do Grupo de Trabalho da ISO e da ABNT em normas espaciais, contribuindo para a criação dos padrões de qualidade para o setor. Hoje lidera equipes no desenvolvimento de soluções relacionadas ao espaço.
Equipe
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Pedro Kaled
Chefe de Missão
CTO no SpaceFarms, no All2Space e fundador do Zordon IoT, iniciou sua trajetória na Academia, passou pelo Governo Federal e desde 30 anos empreende em empresas disruptivas de Hard Tech. É Engenheiro Mecânico com Mestrado em Ciências Mecânicas pela UnB e Pós Graduado em Engenharia de Sistemas pelo MIT, especialista no desenvolvimento de projetos complexos e no desenvolvimento e validação de produtos tecnológicos. Trabalhou na Agência Espacial Brasileira, atuando no nível mais alto de política espacial; na Thales Alenia Space, empresa líder em satélites de comunicação e na COMERC Energia, maior gestora e comercializadora de energia elétrica do Brasil. Já liderou desenvolvimento de projetos de satélites, componentes espaciais, eletrônicos de consumo até a maior rede proprietária de medição de energia no mercado livre de energia elétrica do Brasil e o primeiro satélite artístico do hemisfério sul. É coautor do PocketQube Standard e autor de diversas publicações nas ares de Engenharia de Sistemas e Optimização Multidisciplinar de Projetos.
Equipe
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João Polito
Chefe de Telecomunicação
Formando em Engenharia de Telecomunicações na Universidade Federal de São João del-Rei e pesquisador coordenador do Laboratório Integrado de Sistemas Espaciais. Foi um dos fundadores da primeira equipe de competição da UFSJ, primeiro Líder da Equipe e atualmente ocupa o seu conselho. Diretor de Engenharia de Sistemas, trabalhou como o responsável brasileiro pelo projeto Alma Segment em cooperação com a Universidade da Beira Interior de Portugal. Foi o engenheiro de TT&C (Telemetria, telecomunicação e controle) do cubesat português 2U Antaeus e do Satélite Orbital Temple. Atualmente trabalha como bolsista do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Equipe



Victor Pires
Chefe de Integração
Victor Kaio Pires é um engenheiro eletrônico e aeroespacial. Ao longo de sua Graduação atuou em projetos de telemetria de dados em carros de Formula SAE na FGR, e trabalhou como pesquisador de telecomunicação no Laboratório Avançado de Sistemas Aeroespaciais. Também trabalhou no primeiro cubesat educacional desenvolvido na universidade, o Gama Cube design.
Após formar-se, Victor foi contratado pela Huawei, onde atuava como engenheiro de telecomunicação na área de pesquisa e desenvolvimento.
Atualmente, Victor Kaio Pires atua como engenheiro aeroespacial na All to Space, na área em sistemas de comunicações por satélite.
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RoadMap
O programa do PROSAT foi dividido em 4 Marcos de Projeto. Essa divisão é uma maneira de facilitar a visualização do programa ao longo dos anos e deixar claro quais os entregáveis de cada projeto dentro dele.
+6 meses
POC - Prova de Conceito
jun 2024
jan 2025
+12 meses
Fase 1 do Programa
+24 meses
jan 2026
Fase 2 do Programa
Futuro
jan 2028
Novos projetos
RoadMap
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As fases do programa podem ser resumidads como:
POC
6 meses
Localização de ativos a cada 12 horas com rastreio de rotas.
Fase 1
1 ano
Localização de ativos a cada 90 minutos com rastreio de rotas.
Fase 2
2 anos
Localização de ativos em tempo real e transmissão de voz.
Futuro
Mini modem para dados de pacote curto (ex. capacidade de receber dados de sensoriamento).
RoadMap
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Referências
ESTABELECE NORMAS ESPECIAIS PARA AS COMPRAS, AS CONTRATAÇÕES E O DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E DE SISTEMAS DE DEFESA; DISPÕE SOBRE REGRAS DE INCENTIVO À ÁREA ESTRATÉGICA DE DEFESA; ALTERA A LEI Nº 12.249, DE 11 DE JUNHO DE 2010; E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Regulamenta dispositivos da Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012, que estabelece normas especiais para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa, e dá outras providências.
Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências.
Lei de Licitações e Contratos Administrativos
Referências
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Anexo 1
Mapa de Risco
Evento | Impacto | Probabilidade | Risco |
Corte do fornecimento de componentes eletrônicos para o Brasil | Alto | Baixa | Médio |
Corte de acesso aos satélites GPS, Glonass, Beidu e Galileu | Alto | Baixa | Médio |
Adiamento do lançamento dos satélites por parte da empresa lançadora | Médio | Média | Médio |
Satélites produzidos não serem aprovados nos testes para o lançador | Médio | Baixa | Baixo |
Anexos
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Anexo 2
Processo de Lançamento
O lançamento espacial é processo dentro da indústria espacial que tem se tornado cada dia mais facilitado pelo grande número de empresas que estão se inserindo no mercado. Para fins didáticos, podemos classificar essas empresas em 3 grupos:
Empresas lançadoras: São aquelas que são as produtoras e donas dos veículos lançadores (foguetes), como a Space X por exemplo. Nessa mesma categoria, temos também alguns governos que atuam de maneira semelhante, mas como ente público e não privado, como a JAXA no Japão. Geralmente, essas entidades coordenam as janelas de lançamento, ou seja, escolhem o que o foguete irá carregar nos seus lançamentos ao longo do ano.
Empresas Broker de Lançamento: São empresas que compram uma parte da carga que o foguete leva para o espaço e revendem para empresas menores. Seguindo pelo exemplo da Space X, a carga mínima para contratação é de 250 kg, ou seja, independente da quantidade de satélites ou outros artefatos, o peso mínimo a ser contratado é de 250 kg. Essas empresas alugam o espaço de 250 kg e particionam, dividindo os custos do lançamento com outras empresas menores.
Anexos
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Empresas com Deployer: São empresas que possuem um dispositivo que agrupa satélites pequenos chamado Deployer. Esse dispositivo é lançado ao espaço com um certo número de satélites dentro e, no momento de entrar em órbita, esse aparelho faz a soltura dos satélites.
Nesse contexto, para realizar o lançamento de satélites, existem duas possibilidades viáveis: comprar um espaço com a Empresa Broker de Lançamento e lançar o próprio Deployer de satélites, ou contratar uma empresa que já possui esse Deployer.
A primeira opção requer o desenvolvimento da tecnologia de Deployer, mas diminui o número de terceiros envolvidos. A curto prazo é uma opção mais custosa, porém a longo prazo é uma alternativa mais viável economicamente.
A segunda opção requer a contratação de uma empresa 2 níveis abaixo na cadeia de lançamento, o que diminui o controle do processo e aumenta o risco de adiamentos no lançamento, porém é uma opção menos custosa a curto prazo.
O lançamento espacial pode ser dividido nas seguintes etapas:
1. Contratar o Lançador
3. Enviar Satélite para integração
2. Agendar Janela de Lançamento
4. Lançamento
Anexos
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Anexo 3
Encomenda Tecnológica
A Encomenda tecnológica foi instituída pela Lei 10.973/2004, dentre os instrumentos de estímulo à inovação nas empresas (artigo19, § 2º-A., inciso V). Segundo essa lei:
Art. 20. Os órgãos e entidades da administração pública, em matéria de interesse público, poderão contratar diretamente ICT, entidades de direito privado sem fins lucrativos ou empresas, isoladamente ou em consórcios, voltadas para atividades de pesquisa e de reconhecida capacitação tecnológica no setor, visando à realização de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação que envolvam risco tecnológico, para solução de problema técnico específico ou obtenção de produto, serviço ou processo inovador. (caput do artigo com redação dada pela Lei nº 13.243, de 11/1/2016)
Anexos
A Encomenda Tecnológica, também chamada de ETEC, é um mecanismo de aquisição pública direcionado à promoção da inovação. Através dela, órgãos e entidades governamentais podem estabelecer contratos com instituições de pesquisa, públicas ou privadas, organizações sem fins lucrativos, ou empresas, seja individualmente ou em consórcio, que possuam notável expertise tecnológica no setor em questão. Essas parcerias visam conduzir atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação com um grau de incerteza tecnológica, com o propósito de resolver problemas técnicos específicos ou desenvolver produtos, serviços ou processos inovadores.
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A contratação por encomenda tecnológica é definida pela ausência de soluções no mercado nacional de um produto crítico, possibilitando ao contratante e a contrata a corrigir um falha mercadológica com o desenvolvimento de soluções ou já existente fora do país ou soluções totalmente inovadora para um problema definido pela contratante, para definição de uma ETEC segue os seguintes princípios.
Anexos

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OBRIGADO



